Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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quarta-feira, 11 de abril de 2018

RECICLADOS





                                                          Pedro Israel Novaes de Almeida

                 A humanidade, desde as cavernas, vem produzindo lixos.
            Os restos e descartes, inicialmente, eram poucos, e simplesmente jogados, de preferência longe do entorno de quem os produziu. Com o tempo, alguns restos orgânicos passaram a ser queimados, como medida sanitária para evitar a disseminação de doenças e mau cheiro.
            Rios e mares sempre foram, e ainda são, os destinos preferenciais do lixo. Além da poluição das águas, causa enchentes e compromete a vida marinha.
            Com o tempo, as montanhas de lixo ficaram frequentes, e começaram a ser valorizadas as atividades de reutilização, reciclagem e diminuição do volume descartado. O fogo foi a universal e primeira medida para diminuir o volume, prática ainda muito utilizada, com agora com viés de clandestinidade.
            No Brasil, país de baixíssima reciclagem, os tristemente famosos lixões reúnem multidões de vasculhadores, que vivem e trabalham em condições desumanas e insalubres. Conseguem, no máximo, a precária sobrevivência.
            Nas cidades, poucos separam o lixo, providência que facilita a coleta seletiva. Latas de alumínio são descartadas junto a restos de feijão, carne e óleo comestível.
            Muitos ocultam cacos de vidro em meio ao lixo orgânico, causando acidentes que vitimam lixeiros e frequentadores de lixões. Na maioria das cidades, catadores de reciclados operam na informalidade, tentando ultrapassar a crônica e useira falta de equipamentos de proteção, barracão, balança, compactador e veículo de carga.
            Informais, os catadores guerreiam por percursos mais rentáveis, e alguns amealham recicláveis, lançando em ruas e calçadas o material que não lhes interessa.  É uma verdadeira guerra fraticida.
            O preço dos reciclados é baixo, despontando como valiosos as latas de refrigerantes e garrafas pet. Em geral, um quilo do lixo reciclável comum vale vinte e cinco centavos de Real.
            A rigor, todo material é reciclável, bastando que se alie, à técnica, economicidade. Os patinhos feios do setor são o lixo hospitalar e isopores.
            A questão do lixo, no Brasil, tem sido negligenciada, e muitas prefeituras ainda consideram favores os poucos incentivos e amparos que destinam aos coletores de recicláveis. Os próprios lixeiros, agora garis, ainda operam em más condições, sanitárias e salariais.
            O lixo representado por embalagens de agrotóxicos e restos eletrônicos já foi objeto de providências, pelo legislador. A tendência aponta para a responsabilidade solidária de fabricantes e comerciantes, pelo material que disseminam.
            São raras as campanhas de esclarecimento, a respeito do descarte de materiais tóxicos e medicamentos, potencialmente letais. As embalagens, mais valorizadas e volumosas que os produtos que contêm, devem ser aperfeiçoadas à condição de mínimo indispensável.
            A comunicação eletrônica reduziu drasticamente a utilização do papel, economizando árvores. Ainda bem que corruptos não emitem recibos e tratam verbalmente suas safadezas.

quinta-feira, 22 de março de 2018

Gelatina sem componentes derivados de animais

Chega ao Mercado a Gelati Fruti, gelatina vegana, sem componentes derivados de animais.
A outra versão, Meu Lanchinho, saiu de linha, mas a Dr. Oetker resolver colocar outra alternativa no mercado para quem não consome produtos oriundos de animais.
Aprovada!

terça-feira, 13 de março de 2018

Para reflexão




Ao olhar para os animais abandonados nas ruas, vi em seus olhos muito amor e esperança por uma vida melhor, além do medo, horror e tristeza porque se sentiam traídos como se não vivessem na mesma sociedade onde todos podem ter um abraço e o carinho de um amigo... 
Ao olhar o pavor nos olhos dos animais que sofriam com as experiências terríveis em laboratórios...
Ao ver o sofrimento atroz dos animais na indústria da carne,  confinados e mutilados, para que sua carne se transformasse em alimento para os humanos ...
Ao ver animais sendo caçados...
Ao ver animais sendo explorados em carroças ou espetáculos que os torturavam...

Eu, então, me revoltei e rezei:

- “Deus, tudo isso é horrível! Por que o Senhor não faz nada a respeito?” - 

E Deus me respondeu: 

-"Eu fiz. Eu criei você"...

terça-feira, 6 de março de 2018

Arrependimento


Um dia eu sei que você irá passar perto de um açougue ou na porta de uma churrascaria e também sentirá um tremendo sentimento de arrependimento por não ter parado de "se enganar" e ter deixado antes de comer carnes e produtos que tem origem na exploração ou sofrimento de um animal Inocente ... Saber a origem destes produtos e mesmo assim ainda escolher comer Vitela ou Baby Beef se assemelha ao que praticam pedófilos, assassinos, estupradores e todos os tipos e exploradores dos mais fracos ... Sejam VEGANOS(AS) estendam seus círculos de compaixão e Ninguém nunca sairá Ferido !
(Nelson Bueno)


segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Navio NADA chega à Turquia depois de dias de sofrimento dos animais


Fonte: Vista-se
Sob constantes protestos de ativistas turcos contrários à importação de animais vivos, o navio NADA chegou ao porto de Mersin visivelmente imundo e coberto por grandes lonas.

Segundo ativistas locais, o navio recebeu segurança reforçada e ninguém pode chegar perto para tirar fotos ou filmar, nem mesmo a imprensa.
O navio, que saiu de Santos levando mais de 25 mil bois vivos, é o símbolo de uma luta de ativistas do Brasil e da Turquia pelo fim deste tipo de transporte.
Além de manifestações e pressão jurídica, há um projeto de lei (PL) já em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) para proibição de exportação de animais vivos para abate em outro país. Se aprovado e sancionado, o PL proibirá a prática em todos os portos do estado de São Paulo.
Segundo o texto do PL 31/2018 (íntegra do PL), a empresa que desobedecer a regra, caso ela vire mesmo lei, desembolsará pouco mais de R$ 5.000,00 por animal. Um navio como o NADA, por exemplo, seria multado em mais de R$ 125 milhões.
Para ler tudo que já publicamos sobre este caso, vá ao menu aqui do site e passe o mouse sobre “casos” e escolha “Caso Porto Vergonha”

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Imaginem a aura desse local...

Nesses locais  fica uma energia negativa muito grande, uma aura negra que atrai maus fluidos
Imaginem quanta dor, medo, estresse, pavor, emanam nas últimas horas de vida  desses seres que não querem morrer e sofrer.
Isso gera um carma imenso para a humanidade que só vai ter paz quando parar de matar e de maltratar os seres com os quais divide o planeta 






segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

E o navio com 25 mil vidas seguiu para a Turquia...




Leia aqui notícias do navio que zarpou do Porto de Santos com os bezerrinhos assustados, em meio a fezes, vômito e urina, patas quebradas, rumo à morte pelo ritual muçulmano Halal (O abate só pode ser realizado por muçulmanos e, a frase “Em nome de Alá, o mais bondoso, o mais Misericordioso” deve ser dita antes do abate.Após o sangramento total do animal pelo corte da artéria carótida e da veia jugular na área do pescoço, enquanto ainda vivo, e suspendendo o animal pelas patas traseiras até que deixe de deitar sangue; o animal deve então ser decepado de um só golpe. Isto é feito com o objectivo de que as doenças contidas no sangue do animal não sejam transmitidas aos seres humanos através do consumo da sua carne.)
Os moradores reclamam do odor que é sentido de longe.
Além do sofrimento, existe a poluição ambiental, toneladas de dejetos jogados diretamente ao mar, e carcaças dos que morrem pelo caminho. Os que chegam ao destino, serão mortos de maneira terrível, têm que sangrar conscientes até que seu corpo se esvazie do sangue.



domingo, 4 de fevereiro de 2018

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Receita de queijo frescal vegano

Receita aqui

Queijo frescal vegano
Ingredientes:
  1. 1 xícara de chá de castanha de caju cruas e sem sal demolhadas por 8 horas
  2. 1 e 1/2 xícara de chá de água filtrada
  3. 1 limão
  4. 1 colher de chá de sal
  5. 1 colher de sopa de gelatina agar-agar
  6. 1 e 1/2 colher de sopa de polvilho azedo
Modo de preparo
  1. Depois de deixar as castanhas demolhadas por 8 horas, escorra a água. Coloque num liquidificador as castanhas com a água filtrada e bata até ficar cremoso e toda castanha triturada.
  2. Adicione o polvilho, o sal, o suco de um limão e o agar-agar e bata novamente.
  3. Leve ao fogo baixo e mexa, enquanto a mistura vai engrossando e soltando da panela. Quando levantar fervura, continue mexendo por mais 2 minutos.
  4. Coloque num recipiente preferencialmente de vidro, e com a ajuda de uma colher ajuste para não ficar espaços, e para a superfície ficar lisa.
  5. Deixe na geladeira por pelo menos 3 horas.
Observações
  1. - Esse queijo tem durabilidade de 10 dias na geladeira.
  2. - Depois que desligar a panela você pode adicionar as ervas de sua preferência, como orégano, para dar um gostinho a mais no queijo.
 Nesse meu, quando desliguei o fogo, ainda na panela, acrescentei 1 colher de sopa de orégano, para dar um sabor a mais.
A gelatina de agar-agar que eu usei foi essa aqui, que tem em cada sache a medida exata de uma colher de sopa: 
agar
É queijo fresquinho, caseiro e saboroso… Hmmmmmm
Bom apetite!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

O que está errado?




 A África vende os grãos que produz para a pecuária e mata a população de fome.

Oitenta por cento dos grãos são produzidos para alimentar animais que vão para o para abate . E florestas são derrubadas para o plantio dos grãos.
Os grãos que alimentam a pecuária salvariam a vida de todos que estão morrendo de fome.
E a carne é vendida para os países ricos.