Sou vegetariana por amor aos animais

Sou vegetariana por amor aos animais
COLHER OU MATAR, a escolha é sua
"Se os matadouros tivessem paredes de vidro
todos seriam vegetarianos."

(Paul e Linda Mc Cartney)



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domingo, 20 de maio de 2018

"Animal Sente" - Clipe da música com Mini Vegano



Fonte:VISTA-SE
Nem sempre é fácil falar para os pequenos o porquê da família não consumir certos produtos que a maioria das pessoas consomem. Essa afirmação fica ainda mais evidente em festinhas e outros eventos sociais, por exemplo.
Sem a possibilidade de exibir um documentário para a criança, porque esses filmes quase sempre são pesados, os pais e responsáveis precisam usar a imaginação. Pensando nisso, os compositores Nana Lacerda e Bruno Monteiro criaram uma música bastante didática sobre o assunto.
A canção foi publicada no Youtube com ilustrações elaboradas com a ajuda de Diego Naropa, o mini vegano de 11 anos que tem um canal no Youtube (conheça).
Ainda sobre vídeos veganos para crianças, não deixe de conferir o filme Vegana (2010), do Instituto Nina Rosa (confira aqui).
Assista ao vídeo | Youtube

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Arqueóloga conta como pesquisar relação entre humanos e carne a tornou Vegana


“Todo vegano parece ter seu próprio momento de despertar em que algo dá um clique e ele para de comer produtos de origem animal”, diz a arqueóloga da Universidade de Cambridge, Pía Spry-Marqués, que se comprometeu com o veganismo há dois anos enquanto pesquisava a história da carne de porco.
“Meu filho nasceu há três anos e eu estava amamentando ele. As pessoas me olhavam de maneira esquisita por amamentar meu filho e, no entanto, estava tudo bem em tomar café com leite de vaca ou comer pasta de chocolate “, lembra ela ao The Independent .
“Comecei a pensar como é estranho beber leite de vaca. Eu estava escrevendo o livro e pesquisando sobre fazendas industriais e porcas amamentando, e tudo isso foi demais. Eu decidi que seria vegana no dia seguinte. E foi isso. ”
Conforme a doutora Spry-Marqués mergulhou na história da carne de porco – desde a época paleolítica até agora – ela aprendeu sobre como os porcos são relativamente sensíveis, criaturas sociais que podem expressar empatia . E sobre os extremos da pecuária industrial , onde os porcos são castrados sem qualquer alívio da dor e mantidos em condições severas e apertadas. E como os subprodutos deste processo acabam em todos os tipos de itens, de pincéis à gaze médica, de iogurtes à porcelana chinesa.
A arqueóloga, que se encontra em Cambridge e é originalmente da Espanha, admite que antes de começar a explorar a relação entre humanos e porcos para o seu livro Pig/Pork: Archaeology, Zoology, Edibility , ela – como a maioria de nós – pensou pouco sobre a proveniência da sua comida.
“A única vez que vi porcos eram os leitões mortos em exibição em açougues espanhóis, ou pernas de presunto em restaurantes e bares. Mas você está tão desconectado que não te choca ver a pele macia e pálida no balcão. Agora penso sobre isso, me choca que não tenha me chocado antes.”


“Eu amo presunto ibérico. Eu amo chouriço “, acrescenta a Dr. Spry-Marqués. “Mas não vale a pena”.
A existência de vinho vegano foi uma das descobertas mais surpreendentes da acadêmica, segundo ela. Eu estava: ” Que ?! ” Certamente vinho é vegano, são apenas uvas. Não é. O vinho tem aditivos derivados de animais, de ovos, de peixe. E a tripsina de porco, que é proibida na UE, mas usada nos EUA, é secretada pelo pâncreas e usada para quebrar as proteínas no vinho e clarificar a bebida. Também é encontrado em cerveja “, diz ela.
Ficou claro para a Dr. Spry-Marqués que o uso generalizado da carne de porco é uma questão de oferta e demanda.
“Quanto menos carne consumimos em geral, menos temos subprodutos usados ​​de alguma outra maneira. Usamos cada pequena parte do animal e se vamos matá-los, nós bem podemos fazê-lo. Mas se o consumo de carne diminui, então precisaremos encontrar alternativas “, argumenta ela.
Mas o livro da Dr. Spry-Marqués não é simplesmente um “veganisador”, escrito apenas para transformar os estômagos dos maiores fãs de bacon. Também desenha a complicada história cultural do porco. Os porcos foram domesticados pela primeira vez no que é agora a Turquia moderna há cerca de 9.000 anos. Ao contrário de outros animais que foram vistos como presas e depois capturados e criados – como galinhas – porcos, ou mais precisamente javalis selvagens, foram atraídos pelo alimento residual em assentamentos humanos e depois criados. ” Olhe onde eles se enfiaram apenas por alguns restos de comida”, diz a Dr. Spry-Marqués .
“Agora pensamos nessa região como livre de porcos, mas na verdade é onde tudo começou”, ela acrescenta. Completamente independente, os porcos foram domesticados novamente na China, mil anos depois, enfatizando a forma como a nossa história com carne de porco é vasta e variada. Evidências sugerem, por exemplo, que os porcos foram proibidos no judaísmo e no islamismo, a fim de diferenciar os membros da religião. No entanto, as questões relativas à segurança e ao transporte da carne também provavelmente desempenharam um papel em seu veto, acrescenta. E durante a época da Inquisição espanhola, as autoridades usaram presunto para testar se uma pessoa se converteu ao catolicismo.


Apontando para o carnismo – uma teoria criada pela psicóloga social Melanie Joy – A Dr. Spry-Marqués argumenta que comer carne não é algo que os seres humanos fazem inerentemente. Não é estranho que, no Reino Unido (bem como no Brasil), alegremente comemos carne de porco mas não de cachorro? Quando estremecemos com a idéia de comer um bife de cavalo, mas salivamos com a idéia de um hambúrguer de carne de vaca? Levítico 11 no Antigo Testamento, que proíbe carne de porco, também proíbe a de águia, “qualquer tipo de corvo” e camelos. A acadêmica estava juntando as peças de quão arbitrário é o que comemos.
“Estamos condicionados por um sistema de crença invisível que nos encoraja a comer animais que é compartilhada por todas as culturas comedoras de carne. Se você pensa sobre os milhões de animais diferentes lá fora, nós escolhemos apenas alguns que classificamos como comestíveis. Os outros são vistos como nojentos. Imagine comer um rato. ”
Dois anos depois de se dedicar ao veganismo, a Dr. Spry-Marqués diz que se sente mais saudável, mas também como se tivesse sido enganada por como consumia comida. Então, talvez ela não seja uma “super-heroína vegana” e tem conflitos sobre a origem ética da quinoa e da castanha de caju tanto quanto da carne. Mas ela diz que agora ela pensa mais sobre sua comida.
“Mesmo o mais ínfimo passo em uma direção fará a diferença”, argumenta ela. “Quanto mais mainstream isso se torna você não terá que fazer essa escolha mais, será o padrão”.
Perguntada sobre o que ela espera que os leitores tirem de seu livro, ela conclui: “Eu quero que eles percebam que há uma grande história por trás de cada animal que comemos. E, se uma pessoa se tornar vegana como resultado e reconsiderar suas escolhas alimentares, minha ação está feita “.Fonte: The Independent

quarta-feira, 11 de abril de 2018

RECICLADOS





                                                          Pedro Israel Novaes de Almeida

                 A humanidade, desde as cavernas, vem produzindo lixos.
            Os restos e descartes, inicialmente, eram poucos, e simplesmente jogados, de preferência longe do entorno de quem os produziu. Com o tempo, alguns restos orgânicos passaram a ser queimados, como medida sanitária para evitar a disseminação de doenças e mau cheiro.
            Rios e mares sempre foram, e ainda são, os destinos preferenciais do lixo. Além da poluição das águas, causa enchentes e compromete a vida marinha.
            Com o tempo, as montanhas de lixo ficaram frequentes, e começaram a ser valorizadas as atividades de reutilização, reciclagem e diminuição do volume descartado. O fogo foi a universal e primeira medida para diminuir o volume, prática ainda muito utilizada, com agora com viés de clandestinidade.
            No Brasil, país de baixíssima reciclagem, os tristemente famosos lixões reúnem multidões de vasculhadores, que vivem e trabalham em condições desumanas e insalubres. Conseguem, no máximo, a precária sobrevivência.
            Nas cidades, poucos separam o lixo, providência que facilita a coleta seletiva. Latas de alumínio são descartadas junto a restos de feijão, carne e óleo comestível.
            Muitos ocultam cacos de vidro em meio ao lixo orgânico, causando acidentes que vitimam lixeiros e frequentadores de lixões. Na maioria das cidades, catadores de reciclados operam na informalidade, tentando ultrapassar a crônica e useira falta de equipamentos de proteção, barracão, balança, compactador e veículo de carga.
            Informais, os catadores guerreiam por percursos mais rentáveis, e alguns amealham recicláveis, lançando em ruas e calçadas o material que não lhes interessa.  É uma verdadeira guerra fraticida.
            O preço dos reciclados é baixo, despontando como valiosos as latas de refrigerantes e garrafas pet. Em geral, um quilo do lixo reciclável comum vale vinte e cinco centavos de Real.
            A rigor, todo material é reciclável, bastando que se alie, à técnica, economicidade. Os patinhos feios do setor são o lixo hospitalar e isopores.
            A questão do lixo, no Brasil, tem sido negligenciada, e muitas prefeituras ainda consideram favores os poucos incentivos e amparos que destinam aos coletores de recicláveis. Os próprios lixeiros, agora garis, ainda operam em más condições, sanitárias e salariais.
            O lixo representado por embalagens de agrotóxicos e restos eletrônicos já foi objeto de providências, pelo legislador. A tendência aponta para a responsabilidade solidária de fabricantes e comerciantes, pelo material que disseminam.
            São raras as campanhas de esclarecimento, a respeito do descarte de materiais tóxicos e medicamentos, potencialmente letais. As embalagens, mais valorizadas e volumosas que os produtos que contêm, devem ser aperfeiçoadas à condição de mínimo indispensável.
            A comunicação eletrônica reduziu drasticamente a utilização do papel, economizando árvores. Ainda bem que corruptos não emitem recibos e tratam verbalmente suas safadezas.

quinta-feira, 22 de março de 2018

Gelatina sem componentes derivados de animais

Chega ao Mercado a Gelati Fruti, gelatina vegana, sem componentes derivados de animais.
A outra versão, Meu Lanchinho, saiu de linha, mas a Dr. Oetker resolver colocar outra alternativa no mercado para quem não consome produtos oriundos de animais.
Aprovada!

terça-feira, 13 de março de 2018

Para reflexão




Ao olhar para os animais abandonados nas ruas, vi em seus olhos muito amor e esperança por uma vida melhor, além do medo, horror e tristeza porque se sentiam traídos como se não vivessem na mesma sociedade onde todos podem ter um abraço e o carinho de um amigo... 
Ao olhar o pavor nos olhos dos animais que sofriam com as experiências terríveis em laboratórios...
Ao ver o sofrimento atroz dos animais na indústria da carne,  confinados e mutilados, para que sua carne se transformasse em alimento para os humanos ...
Ao ver animais sendo caçados...
Ao ver animais sendo explorados em carroças ou espetáculos que os torturavam...

Eu, então, me revoltei e rezei:

- “Deus, tudo isso é horrível! Por que o Senhor não faz nada a respeito?” - 

E Deus me respondeu: 

-"Eu fiz. Eu criei você"...

terça-feira, 6 de março de 2018

Arrependimento


Um dia eu sei que você irá passar perto de um açougue ou na porta de uma churrascaria e também sentirá um tremendo sentimento de arrependimento por não ter parado de "se enganar" e ter deixado antes de comer carnes e produtos que tem origem na exploração ou sofrimento de um animal Inocente ... Saber a origem destes produtos e mesmo assim ainda escolher comer Vitela ou Baby Beef se assemelha ao que praticam pedófilos, assassinos, estupradores e todos os tipos e exploradores dos mais fracos ... Sejam VEGANOS(AS) estendam seus círculos de compaixão e Ninguém nunca sairá Ferido !
(Nelson Bueno)


segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Navio NADA chega à Turquia depois de dias de sofrimento dos animais


Fonte: Vista-se
Sob constantes protestos de ativistas turcos contrários à importação de animais vivos, o navio NADA chegou ao porto de Mersin visivelmente imundo e coberto por grandes lonas.

Segundo ativistas locais, o navio recebeu segurança reforçada e ninguém pode chegar perto para tirar fotos ou filmar, nem mesmo a imprensa.
O navio, que saiu de Santos levando mais de 25 mil bois vivos, é o símbolo de uma luta de ativistas do Brasil e da Turquia pelo fim deste tipo de transporte.
Além de manifestações e pressão jurídica, há um projeto de lei (PL) já em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) para proibição de exportação de animais vivos para abate em outro país. Se aprovado e sancionado, o PL proibirá a prática em todos os portos do estado de São Paulo.
Segundo o texto do PL 31/2018 (íntegra do PL), a empresa que desobedecer a regra, caso ela vire mesmo lei, desembolsará pouco mais de R$ 5.000,00 por animal. Um navio como o NADA, por exemplo, seria multado em mais de R$ 125 milhões.
Para ler tudo que já publicamos sobre este caso, vá ao menu aqui do site e passe o mouse sobre “casos” e escolha “Caso Porto Vergonha”

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Imaginem a aura desse local...

Nesses locais  fica uma energia negativa muito grande, uma aura negra que atrai maus fluidos
Imaginem quanta dor, medo, estresse, pavor, emanam nas últimas horas de vida  desses seres que não querem morrer e sofrer.
Isso gera um carma imenso para a humanidade que só vai ter paz quando parar de matar e de maltratar os seres com os quais divide o planeta 






segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

E o navio com 25 mil vidas seguiu para a Turquia...




Leia aqui notícias do navio que zarpou do Porto de Santos com os bezerrinhos assustados, em meio a fezes, vômito e urina, patas quebradas, rumo à morte pelo ritual muçulmano Halal (O abate só pode ser realizado por muçulmanos e, a frase “Em nome de Alá, o mais bondoso, o mais Misericordioso” deve ser dita antes do abate.Após o sangramento total do animal pelo corte da artéria carótida e da veia jugular na área do pescoço, enquanto ainda vivo, e suspendendo o animal pelas patas traseiras até que deixe de deitar sangue; o animal deve então ser decepado de um só golpe. Isto é feito com o objectivo de que as doenças contidas no sangue do animal não sejam transmitidas aos seres humanos através do consumo da sua carne.)
Os moradores reclamam do odor que é sentido de longe.
Além do sofrimento, existe a poluição ambiental, toneladas de dejetos jogados diretamente ao mar, e carcaças dos que morrem pelo caminho. Os que chegam ao destino, serão mortos de maneira terrível, têm que sangrar conscientes até que seu corpo se esvazie do sangue.



domingo, 4 de fevereiro de 2018